quarta-feira, 31 de maio de 2017

Desemprego fica em 13,6% e atinge 14 milhões de brasileiros em abril

No mês de abril, o desemprego no Brasil atingiu 14 milhões de pessoas, informou nesta quarta-feira, 31, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou em 13,6% no período entre fevereiro e abril deste ano.

De acordo com o IBGE, esses foram a maior taxa de desocupação e o maior contingente de pessoas desocupadas (sem trabalho e procurando emprego) para um trimestre terminado em abril desde o início da série, em 2012.

Entre novembro do ano passado e janeiro último, a taxa era de 12,6%, com 12,9 milhões de desempregados. Já no trimestre fevereiro-abril de 2016, quando a taxa havia ficado em 11,2%, eram 11,4 milhões de pessoas sem trabalho. Este é o 29º trimestre móvel consecutivo de subida da taxa.

A população ocupada no trimestre terminado em abril (89,2 milhões de pessoas) caiu 1,5%, na comparação com o trimestre fevereiro-abril de 2016 (90,6 milhões), isto é, 1,4 milhão a menos de pessoas trabalhando.

O número de empregados de carteira assinada, de 33,3 milhões, também caiu nas duas comparações: -1,7% (572 mil pessoas a menos) contra o trimestre novembro-janeiro e -2,6% (menos 1,2 milhão de empregados) em relação ao trimestre fevereiro-abril de 2016. Esse é o menor contingente de trabalhadores de carteira assinada desde o início da pesquisa, em 2012.
A publicação completa da PNAD Contínua pode ser acessada aqui.
Deputado apresenta projeto de lei que proíbe a inauguração de obras inacabadas no estado
Gustavo Carvalho encaminhou projeto nesta terça-feira
Gustavo Carvalho encaminhou projeto nesta terça-feira

Deputado apresenta projeto de lei que proíbe a inauguração de obras inacabadas no estado

Em pronunciamento na sessão plenária desta terça-feira (30), o deputado Gustavo Carvalho (PSDB) explanou sobre projeto de lei de sua autoria, que proíbe, no âmbito do RN, a inauguração e entrega de obra pública estadual ainda incompleta.
A proibição também se estende à obra que, concluída, não tenha ainda condições de atender as finalidades a que se destina.
“Nossa proposta é disciplinar e proibir a partir de agora, inauguração de obra incompleta que esteja sob a competência do Governo. É comum ouvirmos denúncias de obras sem plenas condições de atender a população. Esse projeto visa assegurar ao povo do nosso Estado que as obras sejam entregues oferecendo condições plenas de funcionamento”, afirmou o parlamentar.
O deputado Gustavo Carvalho afirmou que o problema no País é tão grave, que o Tribunal de Contas União (TCU) fiscalizou 200 grandes obras em 2012 e somente nove passaram sem ressalvas e 124 foram apontadas com irregularidades graves.
“O relatório apontou várias obras flagradas com irregularidades graves, por isso queremos assegurar que esse problema não ocorra aqui” disse Gustavo Carvalho.
De acordo com o projeto do parlamentar, é definida como obra pública toda e qualquer construção, reforma, recuperação ou ampliação custeada, total ou parcialmente, pelo Poder Público estadual, que sirva ao uso direto ou indireto da população do Estado do Rio Grande do Norte.
São hospitais, unidades de pronto atendimento, unidades básicas de saúde e estabelecimentos similares; escolas, centros de educação infantil e estabelecimentos similares; restaurantes populares; terminais, estações rodoviárias; equipamentos esportivos e culturais; trevos, rotatórias, pontes, viadutos e passarelas e unidades de conservação voltadas à visitação pública.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Netinho Melo - Procurador
O Procurador da prefeitura de Porto do Mangue  Netinho Melo,  nos informa que  uma decisão da 8ª vara da justiça federal em Mossoró sob o número 0800.369-74,20154,15.840 declara  como pertence ao município de Porto do Mangue, as falésias da praia de Pedra Grande, a área é um dos pontos turísticos mais importante da região da costa branca, a posse da  área está sendo questionado na justiça há anos.  Segundo o bem informado procurador a SEARA órgão do governo do RN já oficializou e o município já está de posse do novo memorial descritivo, Netinho informa ainda que o IBGE  fará a atualização do mapa em Junho próximo e a decisão já foi transitada e julgada. Essa é uma grande conquista para a cidade de Porto do Mangue e seus munícipes disse  Netinho Melo pessoa responsável e com credibilidade para   falar  sobre o assunto.
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Poços apresentam problemas elétricos após chuvas deste domingo

Foto: Marcos Garcia/Arquivo
Após as chuvas que caíram em Mossoró na noite deste domingo, 28, sete dos 16 poços que abastecem o município apresentaram problema elétrico. As informações são da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern).
 
A cidade de Mossoró registrou fortes descargas elétricas durante a precipitação. Na manhã desta segunda-feira, 29, a equipe de elétrica da Caern trabalhou no restabelecimento dos poços 6, 15, 21, 22, 26 e 27. O sistema destes poços foi religado e a previsão é que a normalização ocorra gradativamente em 48 horas.
 
Somente o 19, que abastece as Abolições III e IV, Santa Delmira I e II, Redenção, parte do Santo Antônio e parte do Distrito Industrial, continua em conserto. O problema será avaliado e caso o conserto demore haverá novo comunicado à população. 
 
O poço 6 abastece Nova Betânia, Aeroporto I e II e Quixabeirinha;  o poço 15 abastece Boa Vista, Doze Anos, parte do Nova Betânia e Aeroporto I e Veronique;  o 21 abastece Liberdade, Alto do Sumaré, Dom Jaime Câmara, Planalto 13 de Maio, e parte da Ilha de Santa Luzia; o 22 abastece parte do Costa e Silva, conjuntos Ulrick Graff, Walfredo Gurgel, Parte do Alto de São Manoel e Teimosos; o 26 abastece parte do Costa e Silva, Parque Universitário, parte da Ilha de Santa Luzia e parte dos Pintos e o 27 abastece Rincão, Vingt Rosado, Alto da Pelonha, Parque Universitário, parte do Costa e Silva e Pintos.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

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Com time improvisado Potiguar surpreende líder de grupo na Série D do Brasileirão
Potiguar arrancou empate na casa do líder do grupo. Marcelo Diaz/ACD Potiguar)

Com time improvisado Potiguar surpreende líder de grupo na Série D do Brasileirão

Debaixo de chuva o Potiguar de Mossoró enfrentou o Guarany de Sobral na tarde deste domingo no Estádio do Junco, em Sobral, e apesar das adversidades, conseguiu realizar uma boa partida contra a equipe local.
A equipe mossoroense que foi dissolvida após a estreia no último domingo, e precisou ser recomposta em caráter de urgência, conseguiu um empate improvável e marcou o segundo ponto na disputa do Grupo A5 da Série do Campeonato Brasileiro de Futebol.
Apostando numa estratégia de manutenção da posse de bola, a partir da prática de uma boa troca de passes, o Potiguar impediu que a equipe local adotasse uma linha de domínio da partida e conseguiu manter o equilíbrio durante todo o primeiro tempo.
O equilíbrio só foi quebrado aos 37 minutos com a abertura do placar pelo Guarany de Sobral com Peu que converteu com uma bela cabeceada.
A vantagem da equipe cearense não durou muito. Dois minutos após, Léo Cunha foi derrubado dentro da área, o que levou a marcação de penalidade máxima em favor da equipe mossoroense. A penalidade foi convertida pelo próprio Leo Cunha.
O Guarany voltou a marcar aos 5 minutos do segundo tempo.  Em cobrança de escanteio, Monga aproveitou sua boa colocação e de cabeça colocou a equipe cearense mais uma vez na frente.
Repetindo o primeiro tempo a equipe do Potiguar não se abalou com o placar adverso e aos 11 minutos o zagueiro Romeu aproveitou uma sobra de bola na área, e converteu o gol de empate da equipe mossoroense, placar mantido até o fim da partida.
“Meu time não está bem fisicamente, mas trabalha bem a posse de bola. Isso é uma arma que precisa ser melhor utilizada”, destacou o treinador Mastrillo Veiga, satisfeito com o resultado obtido neste domingo.
Com o resultado o Guarany de Sobral permanece na liderança do grupo A5 com quatro pontos, seguido do Maranhão que também tem quatro pontos ganhos.
O Potiguar de Mossoró está em terceiro, com dois pontos ganhos e na lanterna, encontra-se o River do Piauí, que ainda não pontuou.

Com crise política, governo já estuda alternativa à reforma da Previdência

Equipe econômica avalia mudar valor dos benefícios via medida provisória

POR 
  - Fernanda Martins/Agência O Globo
BRASÍLIA - Diante do receio de que a crise política inviabilize a aprovação da reforma da Previdência, a equipe econômica já pensa em alternativas para conter o crescimento das despesas com benefícios. São medidas que poderão entrar em vigor imediatamente, por meio de medida provisória (MP) ou projeto de lei. Entre elas estão a elevação do tempo mínimo de contribuição na aposentadoria por idade nas áreas urbana e rural, atualmente em 15 anos, e a redução do valor da pensão por morte, que hoje é integral, independentemente do número de dependentes.
Também faz parte do cardápio o fim da fórmula 85/95 (soma de tempo de contribuição e idade para mulheres e homens, respectivamente), que entrou em vigor em dezembro de 2015 e permite o benefício integral. Outra possibilidade avaliada seria tornar proporcional o valor da aposentadoria por invalidez, que hoje é integral (a exceção seriam os acidentes de trabalho). Até a fórmula de cálculo do valor da aposentadoria — baseada atualmente em 100% das maiores contribuições — pode ser alterada via MP.
MEDIDAS NÃO ALCANÇARIAM SERVIDOR PÚBLICO
O problema é o alcance limitado desses mudanças em comparação à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287 — que altera as regras de aposentadoria para todos os brasileiros, com exceção dos militares — e que teve sua tramitação prejudicada pela crise política. As propostas alternativas valeriam apenas para os trabalhadores do setor privado (INSS) e comprometeriam dois grandes objetivos da proposta enviada ao Congresso: a fixação de idade mínima para aposentadoria e a convergência do regime previdenciário no país.

Estas questões poderiam ser enfrentadas futuramente, em uma espécie de fatiamento da reforma. Porém, em um primeiro momento, admitem fontes envolvidas nas discussões, poderia aumentar o fosso entre os dois regimes — INSS e regimes próprios de servidores públicos de União, estados e municípios.
Entre as propostas alternativas, duas delas teriam efeitos mais imediatos na redução de despesas: o aumento do tempo mínimo de contribuição e a alteração na fórmula de cálculo da pensão. Neste caso, o benefício cairia pela metade (50%), mais 10% por dependente, no limite de 100%, com fim da reversão de cotas (quando um filho atinge os 21 anos, a parcela dele atualmente é revertida para os demais dependentes).
O ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy, durante o governo Dilma, chegou a incluir essas alterações em uma MP que tratava das pensões, mas o governo acabou recuando. Na época, a previsão era economizar R$ 12 bilhões em quatro anos (entre 2015 e 2018). Segundo dados do governo, a pensão por morte é a terceira modalidade de beneficio mais dispendiosa do INSS, representando 24,3% do total das despesas.
Há ainda a possibilidade de incluir em uma MP a fórmula de cálculo da aposentadoria que está prevista na reforma. Ela prevê que, em vez de 100% sobre os 80 maiores salários de contribuição, o valor pago passaria a ser de 70% da média de todo o histórico de recolhimentos, acrescidos de um percentual por cada ano adicional de contribuição. O mesmo valeria para o valor da aposentadoria por invalidez.
Em outra frente, a fórmula 85/95, que permite o benefício integral, poderá ser extinta, enquanto os segurados passariam a sofrer novamente a incidência do chamado fator previdenciário — que reduz o valor do benefício para quem se aposenta jovem. A fórmula 85/95 entrou em vigência em dezembro de 2015 e já surtiu efeito no valor das aposentadorias: o benefício médio passou de R$ 1.855 para R$ 2.162 entre o primeiro e o segundo semestre de 2015, uma alta de 16,6%.
De acordo com dados oficiais, o fator previdenciário resultou em economia de R$ 75 bilhões entre 2000 e 2014. Corrigidos pela inflação, a cifra chega a R$ 88,5 bilhões. Mas seu efeito acabou sendo comprometido pela fórmula 85/95.
As alternativas à reforma começam a ser pensadas diante do crescimento das despesas do INSS, sobretudo porque agora há um teto para o gasto público. Em 2016, o regime geral registrou despesa total de R$ 507,8 bilhões, provocando déficit de R$ 151,9 bilhões.
Mas integrantes da equipe econômica admitem que, assim como ocorre com a reforma, também seria difícil aprovar as medidas emergenciais diante da crise política. Tudo dependerá, dizem, de quem assumir o governo em eventual afastamento do presidente Temer.
— Neste caso, quem assumir precisará ter força política para evitar o que aconteceu no governo Dilma, quando o Congresso aproveitou a MP que alterava as regras da pensão e flexibilizou o fator previdenciário, criando a fórmula 85/95 — lembrou uma fonte envolvida nas discussões.
PESSIMISMO NOS BASTIDORES DO GOVERNO
Para especialistas, as medidas alternativas são apenas paliativas e não resolvem o problema da falta de sustentabilidade do regime diante do rápido envelhecimento da população brasileira.
— As possibilidades de se alterar as regras sem PEC são muito limitadas e não resolveriam os problemas estruturais da Previdência — avaliou Rogério Nagamine, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Enquanto o cenário político continua indefinido, a ordem da equipe econômica é defender a reforma. Porém, nos bastidores, há certo pessimismo. Conforme avaliou um interlocutor, caso a crise não tenha desfecho rápido e dependendo de quem assumir o comando do país, a reforma pode ser engavetada.
— A reforma não é uma obrigatoriedade, apesar dos impactos nos indicadores econômicos. Vai depender de quem estiver no governo. A História dirá. Alguém com perfil populista pode deixar tudo como está — disse uma fonte.
Para que a reforma tenha chance de ser aprovada, destacou, é preciso rapidez. Tudo indica que o cronograma ficará para o segundo semestre, mas será preciso impor uma data limite. Segundo uma fonte, o prazo seria novembro de 2017. A ideia é defender o texto final aprovado pela comissão especial da Câmara no início de maio.
— Se as discussões se prologarem, as chances de aprovação serão mínimas por causa do calendário eleitoral de 2018 — destacou o interlocutor.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/com-crise-politica-governo-ja-estuda-alternativa-reforma-da-previdencia-21406067#ixzz4iSpFh6N6 
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domingo, 28 de maio de 2017

TABELA

CLASSIFICAÇÃO
10
22
31
46
56
64
77
85
92
101
117
121
135
142
150
161
171
180
190
200
PJVEDGPGCSG%ÚLT. JOGOS
93300615100.0
7321031277.8
7321031277.8
6320152366.7
6320141366.7
6320176166.7
6320157-266.7
5312052355.6
4311174344.4
4311164244.4
4211021166.7
4311122044.4
3310243133.3
3310234-133.3
2302145-122.2
1201102-216.7
1301202-211.1
1301227-511.1
1301239-611.1
0300318-70.0
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