segunda-feira, 29 de agosto de 2016

 Mlutidão tomou conta das ruas de Porto do Mangue com Sael e Magnus
Movimentação gigantesca mostra força da chapa oposicionista no município
A campanha para a Prefeitura de Porto do Mangue segue animada para os candidatos a prefeito Sael Melo (PHS) e o vice Magnus Domingos (PR). Boas propostas impulsionam as movimentações políticas realizadas pela coligação “Vontade do Povo”, no  município. No sábado, 27, Sael e Magnus tiveram mais uma demonstração do carinho dos portomanguenses que foram às ruas aclamar a chapa que marcha para uma vitória consagradora nas urnas no dia 2 de outubro. O entusiasmo popular embala a campanha da coligação que além da consagração da chapa majoritária, trabalha para eleger um número expressivo de vereadores

Areia Branca sedia reunião do Polo Costa Branca nesta segunda para apresentação do Diagnóstico do Turismo do RN

Hotel Costa Atlântico receberá o evento, nesta segunda (Foto: Wagner Pereira)
Hotel Costa Atlântico receberá o evento, nesta segunda (Foto: Wagner Pereira)
A cidade de Areia Branca sediará nesta segunda-feira, 29, reunião do Polo Costa Branca, como parte do cronograma de encontros definido pela Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte (Setur) para os cinco polos turísticos do Estado.
A reunião local começa às 8h, no auditório do Hotel Costa Atlântico, na praia de Upanema. Na ocasião, será apresentado o Diagnóstico do Turismo do RN e o Plano Estratégico e de Marketing para o Turismo, assim como a Elaboração das Estratégias de Desenvolvimento.
A Setur e a Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur) iniciaram a série de reuniões em Natal nos dias 23 e 25 deste mês, e vão até 1º de setembro.
Para os polos Costa das Dunas, Costa Branca e Seridó o objetivo é realizar oficinas para apresentar o produto 3 – Diagnóstico do Turismo do RN. E para os polos Serrano e Agreste/Trairi, a missão é realizar oficinas para apresentação e validação do PDITS dos seus respectivos polos e também apresentar o Produto 3 – Diagnóstico do Turismo do RN.
Confira a programação das reuniões.
Dia 28/8 – Saída às 14h para pernoite em Areia Branca
Dia 29/8 – Reunião Polo Costa Branca – Às 8h, em Areia Branca, no Hotel Costa Atlântico, Praia de Upanema
Dia 29/8 – Saída às 16h para pernoite em Patú
Dia 30/8 – – Reunião Polo Serrano – ÀS 8h, em Patú, na Pousada Sagrada Família no Santuário do Lima
Dia 31/8 – Saída para Caicó às 7h
Dia 31/8 – Reunião Polo Seridó – Às 9h, em Caicó, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL)
Dia 31/8 – Saída às 17h para pernoite em Santa Cruz
Dia 1/9 – Saída às 7h para Serra de São Bento
Dia 1/9 – Reunião Polo Agreste/Trairí – Às 8h em Serra de São Bento, no Titanic, rua Afonso Belmont, Centro

Julgamento do impeachment entra no 3º dia com últimas testemunhas

Da Agência Brasil
Após ouvir cinco depoimentos, o julgamento final do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff entra no seu terceiro dia com os depoimentos do ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa e do professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro.
Os dois falarão em defesa de Dilma; Barbosa como testemunha e Lodi Ribeiro como informante. Os depoimentos tem início previsto para as 10h. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que preside o julgamento, acatou pedido de senadores contrários ao impeachment e aceitou o horário com a condição de que não haja pausa nos depoimentos para almoço, como ocorreu nos dias anteriores.
Ontem (25), foram ouvidos o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o professor de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Geraldo Luiz Mascarenhas Prado e o ex-secretário-executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa. Antes, na quinta-feira, foram colhidos os depoimentos do procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira e o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Antônio Carlos Costa D'Ávila Carvalho.
Uma das testemunhas de defesa, a ex-secretária de Orçamento Esther Dweck, foi dispensada pela defesa, após polêmica em torno da suspeição do procurador Júlio Marcelo, que de testemunha depôs como informante, depois que o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo questionou a participação de Júlio Marcelo em uma manifestação pela rejeição das contas de Dilma, logo no primeiro dia.
No segundo dia do julgamento, a advogada de acusação Janaína Paschoal, que também é uma das autoras da denúncia que motivou o processo contra Dilma Rousseff, colocou em suspeição a ex-secretária de Orçamento sob o argumento de que a mesma foi nomeada assessora “por uma parlamentar que é uma das mais ferrenhas defensoras de Dilma”, no caso, a senadora Gleisi Hoffmann.
Bate boca
Os dois primeiros dias foram marcados por bate bocas e acusações entre senadores. Logo no início da sessão, a confusão começou quando a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) afirmou que nenhum senador ali presente tinha condições morais para julgar o afastamento permanente de Dilma.
“Aqui não tem ninguém com condições para julgar ninguém. Qual a moral do Senado para julgar uma presidente da República?”, disse. A declaração foi interrompida pela manifestação indignada de outros senadores longe do microfone, entre eles, Ronaldo Caiado (DEM-GO), que rebateu dizendo que a senadora é investigada pela Polícia Federal. Gleisi respondeu acusando: “o senhor é do trabalho escravo”, disse ao microfone. O bate-boca fez com que Lewandowski suspendesse a sessão.
As discussões se repretiram no segundo dia. O primeiro bate-boca começou quando o senador petista Lindbergh Farias (RJ) pediu a palavra e atacou o democrata Ronaldo Caiado (GO) que lhe antecedeceu. "Esse senador que me antecedeu é um desqualificado. O que ele fez com a senadora Gleisi é de covardia impressionante, dizer que tentou aliciar testemunha", afirmou o petista
Em seguida foi a vez do presidente do senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O peemedebista começou pedindo para que os senadores reduzissem as questões de ordem repetidas, mas esquentou o clima ao lembrar da declaração de ontem, feita pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) que provocou o primeiro grande tumulto do dia. “Esta sessão é uma demonstração de que a burrice é infinita. A senadora Gleisi chegou ao cúmulo de dizer que o Senado não tem condição moral de julgar a presidente”, afirmou.
Esquentando ainda mais o ambiente e provocando a reação imediata de petistas, Renan lembrou que Gleisi e o marido, o ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, Paulo Bernardo, foram indiciados por corrupção passiva na Operação Lava Jato e disse ter intercedido a favor deles. Os dois são acusados de receber propina de contratos oriundos da Petrobras.
"Como uma senadora pode fazer uma declaração dessa? Exatamente, senhor Presidente, uma senadora que, há 30 dias, o Presidente do Senado Federal conseguiu, no Supremo Tribunal Federal, desfazer o seu indiciamento e do seu esposo", disse Renan.
Gleisi foi em direção a Renan afirmando ser mentira, apoiada pelo senador Lindbergh que gritava "baixaria" e que acabou sendo empurrado por Renan.
Dilma e Lula
Após o encerramento das oitivas das testemunhas, o julgamento final do impeachment terá, na segunda-feira (29), o dia mais aguardado com a presença da presidenta afastada, Dilma Rousseff que enfrentará as perguntas dos senadores.
Dilma chegará acompanhada de ex-ministros, presidentes de partidos aliados, assessores diretos e pessoas próximas a ela, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Devem comparecer, por exemplo, os ex-ministros Aloízio Mercadante, Jaques Wagner, Patrus Ananias e Miguel Rosseto, dentre outros. Também estarão presentes os presidentes do PT, Rui Falcão, do PCdoB, Luciana Santos, e do PDT, Carlos Lupi.
Para acomodar o grupo, Renan reservou a sala de audiências da presidência do Senado e uma sala anexa com banheiro. Segundo Renan, dentro do plenário, a presidenta terá o direito de ser acompanhada por 20 pessoas e o mesmo número deverá ser garantido aos advogados de acusação, que também deverão levar convidados.
“Serão 20 pessoas. Nós vamos comprimir os jornalistas, que servirão, na prática, de separação [entre os dois grupos] e garantiremos ao outro lado o mesmo número de vagas que já garantimos para a presidenta”, informou o senador.
As restrições de espaço no plenário preocupam a direção da Casa. Os convidados de Dilma e da acusação não serão os únicos. Deputados, ex-parlamentares e assessores parlamentares também têm acesso ao plenário, o que pode provocar a superlotação do local. A imprensa, inclusive internacional, também ocupa espaço em tribuna reservada. Profissionais de imagem têm ocupado as galerias.

domingo, 28 de agosto de 2016

Atrás das câmeras, senadores mantêm relacionamento
mais amigável

Acordos entre parlamentares, discussões
paralelas e até mesmo momentos de
descontração acabam passando despercebidos
27/08/2016 - 09h53 - Atualizada às 12h23 - POR ESTADÃO CONTEÚDO
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)  e Fátima Bezerra (PT-RN) (Foto: Ana Volpe/Agência Senado)
Quem acompanha as sessões do julgamento de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff pela TV nem sempre consegue captar o clima interno entre os senadores no plenário. Acordos entre parlamentares, discussões paralelas e até mesmo momentos de descontração acabam passando despercebidos. O clima de tensão e rivalidade que aparece diante das câmeras não traduz o conjunto das relações entre os senadores, que fora da disputa política, mantêm um relacionamento mais amigável.
Isso ocorre porque a transmissão oficial do julgamento, feita pela TV Senado e retransmitida para outras emissoras, respeita o direito de fala. Ou seja, a imagem é sempre de quem detém o microfone. Na hora do discurso oficial, os senadores vestem personagens que, por vezes, não coincidem com o que são nos bastidores, onde as lentes da TV não alcançam.
Enquanto o público assistia ao depoimento do auditor fiscal Antônio Carlos D'Ávila, no fundo do plenário, o combativo líder da minoria, Lindbergh Farias (PT-RJ), se uniu à uma roda de rivais tucanos, onde deu início a uma longa conversa cheia de risadas com dois dos maiores críticos do governo Dilma, Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).
Também não foi possível ouvir pela TV a quantidade de risos que vinham do cafezinho do Senado, espaço restrito ao lado plenário. Enquanto alguns senadores interrogam as testemunhas, é natural que outros deixem o plenário para um pão de queijo com café, ou chá de gengibre, especialidade da casa. Outra realidade escondida é que o plenário fica por mais tempo vazio do que cheio, já que os senadores se ausentam quando não é a vez deles de falar.
Encontros pouco prováveis também ocorrem nas costas das câmeras. Poucos sabem, mas o advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, e os senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Aécio Neves (PSDB-MG), que muitas vezes aparecem nos vídeos se confrontando, são amigos de longa data.
Cardozo já foi deputado federal e conviveu com os colegas na Câmara. Durante um depoimento pouco empolgante de sua própria testemunha, ele preferiu virar sua cadeira de costas para a mesa central e passou quase uma hora dando risadas com os rivais políticos Aécio e Caiado.
As câmeras destacam os bate-bocas, mas escondem as reconciliações. Quando o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), insinuou que teria livrado Gleisi Hoffmann de um indiciamento no STF, uma grande confusão se iniciou. No intervalo para o almoço, alguns tiveram a iniciativa de pedir desculpas. Outros, como o próprio Renan, precisaram de um empurrãozinho do colega Jorge Viana (PT-AC) para entender que haviam passado dos limites. Mais tarde, Renan resolveu dar explicações. Dessa vez, com as câmeras ligadas.
José Pimentel (PT-CE), Raimundo Lira (PMDB-PB) e Reguffe (sem partido-DF) (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
O secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Jorge Viana (PT-AC) (Foto: Ana Volpe/Agência Senado)
José Eduardo Cardozo, Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Simone Tebet (PMDB-MS) (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
Aécio Neves (PSDB-MG), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e o advogado da presidente Dilma, José Eduardo Cardozo. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

AGENDA DOS CANDIDATOS A PREFEITO DE MOSSORÓ PARA HOJE SEXTA-FEIRA

26 Ago2016

Por Jbelmont às 00h00


Agenda de Tião e Jorge do Rosário (sexta-feira 26.08.2016)
 
07h - Gravação do Programa de Rádio e Tv.
10h - Caminhada 45. Local: Macarrão. Roteiro: Caminhada com visita ao comércio da rua Aderson Dutra até a rua Pereira Rebouças com a Maria Elizabete de Morais.
16h - Caminhada 45. Local: Bairro Costa e Silva. Roteiro: Saída da praça dos pintos até o cruzamento Florentina Gomes de Souza com a rua Santa Cecília.


Agenda 55 - Sexta, 26 de agosto

17h30 – Caminhadas pelo bairro Redenção.

19h - Lançamento da candidatura de Soldado Jadson.

Local: Rua José Lins de Oliveira, nº 160, Vingt Rosado – Ponto de Referência: Primeira Etapa, vizinho ao Supermercado Cortez

19h45 – Lançamento da candidatura de Alex do Frango.

Local: Avenida integração - Campo de futebol CT Três Irmãos.

20h30 – Lançamento da candidatura de Fábio Pinheiro.

Local: Rua Coronel Jacinto Tavares, 158, Bairro Nova Vida. Ponto de Referência: Próximo ao Ciad.


Agenda de Rosalba Ciarlini nesta sexta-feira, 26 de agosto

A sexta-feira (26) é de visitas e marcha na agenda da candidata do PP, Rosalba Ciarlini. Quatro localidades recebem a caravana da Coligação Força do Povo. Confira:


8h – Passa a manhã visitando o comércio da Av. Cunha da Mota, em Pereiros.

16h – Participa da Marcha da Cidadania que vai passar pelas comunidades da Liberdade I, Planalto e Papoco

Lula vai ao Senado acompanhar depoimento de Dilma Rousseff

Agência Brasil
Bras?lia - Come?a sess?o de julgamento do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff no Senado(Marcelo Camargo/Ag?ncia Brasil)
Começa sessão de julgamento do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff no SenadoMarcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai ao Senado na próxima segunda-feira (29) para acompanhar o depoimento da presidenta afastada Dilma Rousseff no julgamento do impeachment.
“Conversamos com o presidente Lula e ele disse que estaria aqui na segunda-feira para acompanhar o depoimento da presidenta Dilma e que, se fosse necessário, estaria à disposição para vir para Brasília no domingo”, disse hoje (25) o líder do PT na Casa, senador Humberto Costa (PE).
No domingo (28), Dilma terá um encontro com senadores que a apoiam para acertar os detalhes de seu pronunciamento no Senado. Segundo Costa, não se trata de um treinamento para as perguntas que Dilma terá que responder. O líder petista diz que a presidenta afastada conhece melhor que ninguém os argumentos que deve usar e não precisa ser orientada. “Quanto mais a presidenta se sentir à vontade em dizer o que pensa e o que sabe, será melhor”, disse.
Catimba
Para o senador Romero Jucá (PMDB-RR), uma das principais lideranças do governo interino de Michel Temer, os senadores petistas têm adotado a estratégia de fazer um “jogo de catimba”, uma forma de tentar protelar a decisão do Senado. Segundo Jucá, a estratégia pode fazer a presidenta perder votos contrários ao impeachment. “Eu se fosse o PT votaria logo, porque a tendência é eles terem menos de 20 votos do que tiveram na pronúncia”, calculou.
“Essa tática que o PT está usando é uma tática de quem trocou de marqueteiro. Agora o marqueteiro é uruguaio. Então é aquele marqueteiro que catimba, joga a bola para a torcida, briga, faz confusão para o jogo não terminar. Acho que esse jogo tem que terminar logo para o bem do povo brasileiro. Não adianta catimbar, o resultado já está previsto”, disse Jucá, fazendo uma comparação entre a votação do impeachment e um jogo de futebol.
O peemedebista disse estar convicto que Dilma Rousseff será definitivamente cassada na próxima semana e não teme que alguns senadores voltem atrás na decisão de votar pelo impeachment. “Os senadores representam os estados e sabem o que pensa a população de cada estado brasileiro. Portanto, não vejo nenhuma surpresa, espero que tudo transcorra com tranquilidade, com responsabilidade, sem baixarias, sem agressões. E que a gente possa, no final, coroar o Senado da República com uma votação que demonstre que o Brasil vai viver um novo tempo.”

  • Regional

Na próxima terça-feira, 30 de agosto, uma audiência pública irá discutir o funcionamento deste tipo de aplicativos em Natal.
Na próxima terça-feira, 30 de agosto, uma audiência pública irá discutir o funcionamento deste tipo de aplicativos em Natal.

Uber começa a operar em Natal nesta sexta-feira

A empresa Uber anunciou o começo das operações em Natal para esta sexta-feira, 26 de agosto, a partir das 14h. De acordo com o diretor de comunicação do aplicativo, Fábio Sabba, por enquanto, será ofertada apenas a categoria X de transporte, que é a mais simples, e o tempo médio de espera para os passageiros em áreas mais centrais da cidade que optarem pelo Uber será de cinco minutos.
Embora aguardada por pessoas que usaram o aplicativo em outras cidades, a chegada do Uber na capital potiguar gerou polêmica. Na Câmara do município, estão em tramitação três projetos de lei para regulamentar aplicativos que ofereçam serviço de transporte. Entre os projetos, um de autoria do prefeito Carlos Eduardo prevê a proibição do funcionamento de aplicativos de transporte remunerado de pessoas em Natal.
Na próxima terça-feira, 30 de agosto, uma audiência pública irá discutir o funcionamento deste tipo de aplicativos em Natal. Devem participar da discussão, além dos vereadores da cidade, o Sindicato dos Condutores de Táxis do RN, que já se posicionou contra o funcionamento do Uber em Natal, além de usuários e representantes da empresa.
Além da capital do RN, o Uber está em funcionamento em 18 cidades brasileiras, sendo 11 capitais. Em Natal, a tarifa inicial de utilização será de R$ 2,50 mais R$ 1,20 por quilômetro rodado, mais R$ 0,17 por minuto de utilização do serviço. Já o preço mínimo de corrida e a taxa de cancelamento serão R$ 6. Todos os valores são descontados diretamente na fatura do cartão de crédito do cliente, cadastrado através do aplicativo. O Uber não aceita dinheiro nem cartão de débito.
Através do aplicativo, o usuário pode acompanhar o trajeto do carro e tem acesso à foto, nome do motorista, modelo e placa do veículo. Após cada viagem, é feita “avaliação de mão dupla”, de forma anônima pelos motoristas e pelos usuários.
Para continuar trabalhando no Uber, os motoristas precisam ter nota média de 4,6, em uma escala de uma a cinco estrelas. Da mesma forma, os usuários também podem ser banidos do aplicativo caso tenham uma média baixa de avaliações.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Fafá Rosado define apoio ao candidato Tião da Prest


Fafá Rosado

Fafá Rosado oficializará apoio ao candidato Tião da Prest – Foto: Arquivo
A ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado, ainda filiada ao PMDB, decidiu apoiar o candidato Tião da Prest, do PSDB, à Prefeitura Municipal de Mossoró.
A definição teria ocorrido durante almoço no apartamento de Fafá, nesta quarta-feira, 24, quando ela recebeu o empresário Jorge do Rosário, que é vice, na chapa encabeçada por Tião da Prest.
A princípio, o anúncio oficial teria sido marcado para a próxima segunda-feira, conforme orientação de um marqueteiro de São Paulo, que comanda a campanha de Tião da Prest.
Mas, o ato pode ser antecipado, conforme informação colhida pelo blog na noite desta quarta-feira, 24.

Sobe para 120 o número de mortos no terremoto da Itália nesta quarta


Subiu para 120 o número de mortos no terremoto de hoje (24) na Itália. Desse total, 53 são da região do Lazio, e 20 no município de Arquata Del Tronto, em Marcas. As informações são da Agência Ansa.
O tremor teve seu epicentro, de 6 graus na Escala Richter, a 2 quilômetros de Accumoli, que fica a apenas 60 km da cidade de Áquila, capital da província homônima.
"Aqui não tem mais nada"
"Aqui não tem mais nada. Só escombros. É verdadeiramente impressionante, parece um bombardeio", declarou a presidente da Câmara dos Deputados da Itália, Laura Boldrini, ao visitar Pescara Del Tronto, distrito de Arquata Del Tronto, uma das cidades mais atingidas pelo tremor desta quarta-feira (24).
Boldrini é natural da região de Marcas, onde fica o município.  "Agora é preciso pensar em quem está debaixo [dos escombros]", acrescentou.