sexta-feira, 28 de abril de 2017

Pacificamente, 4 mil indígenas protestam em Brasília contra redução de direitos
Índios do Acampamento Terra Livre fazem nova manifestação na Esplanada dos Ministérios (José Cruz/Agência Brasil)
Índios do Acampamento Terra Livre fazem nova manifestação na Esplanada dos Ministérios (José Cruz/Agência Brasil)

Pacificamente, 4 mil indígenas protestam em Brasília contra redução de direitos

Cerca de 4 mil indígenas de diferentes estados brasileiros percorreram os dois lados da Esplanada dos Ministérios na quinta-feira, 27 de abril, para protestar contra a redução dos direitos dos povos, considerada por eles “a mais grave e iminente ofensiva” dos últimos 30 anos. Planejado desde o início pelas lideranças, em acordo com a Polícia Militar, a manifestação não registrou nenhum incidente nas duas horas e meia de duração.
Durante o ato, os indígenas recusaram um convite para participar de um encontro com representantes do governo federal, preferindo apenas protocolar, na entrada de alguns ministérios, o documento final do Acampamento Terra Livre, que está em sua 14ª edição. O texto contém um tom mais político e de “denúncia” do que simplesmente elencar as reivindicações e conclama, por exemplo, à “sociedade brasileira e à comunidade internacional” para que se unam à luta dos povos originários pela defesa dos territórios tradicionais.
Com roupas típicas, faixas e entoando cânticos, os manifestantes se dirigiram ao Congresso Nacional ocupando as seis faixas do Eixo Monumental do lado da Catedral de Brasília. A primeira parada foi em frente ao Palácio Itamaraty, ao lado do Ministério da Saúde, onde foi protocolada uma das cópias do documento. Próximo ao gramado do Congresso, duas grades de metal separavam os indígenas do acesso ao prédio onde ficam os parlamentares.
Recado aos Três Poderes
Com recados aos Três Poderes, o texto cita o governo do presidente Michel Temer que, segundo os signatários, tem promovido “graves medidas para desmantelar as políticas públicas voltadas a atender nossos povos”. A identificação, demarcação e proteção das terras indígenas continua sendo uma das principais bandeiras, ao lado da melhoria dos sistemas de saúde e educação dos indígenas. O sucateamento da Fundação Nacional do Índio (Funai) também é criticado, assim como as “nomeações de notórios inimigos dos povos indígenas para cargos de confiança”.
Brasília - Índios do Acampamento Terra Livre fazem nova manifestação na Esplanada dos Ministérios (José Cruz/Agência Brasil)
Índios do Acampamento Terra Livre fazem nova manifestação na Esplanada dos Ministérios (José Cruz/Agência Brasil)
Ao Legislativo, o texto registra “repúdio” a medidas violadoras de direitos que têm tramitado na Câmara e no Senado “sem qualquer consulta ou debate junto a nossas instâncias representativas”. As seguintes propostas e projetos de lei são rechaçadas: Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/2000, que transmite ao Congresso Nacional o poder de demarcar terras indígenas, PEC 187/2016, que permite atividades agropecuárias em territórios indígenas, Projeto de Lei (PL) 1.610/1996, que trata da exploração de recursos minerais em terras das comunidades, e o PL 3.729/2004, que regulamenta o impacto ambiental de obras que degradam o meio ambiente.
A tese do marco temporal é a principal preocupação dos povos indígenas no Judiciário. De acordo com a interpretação jurídica, as terras tradicionais só poderiam ser consideradas como tal se estivessem sob posse indígena quando a Constituição foi promulgada em 1988. O documento classifica a tese de “nefasta” e diz que, se adotada, irá “aniquilar nosso direito originário às terras tradicionais”, além de validar o “grave histórico” de perseguição, matança e invasão dos territórios. No texto, os indígenas também condenam decisões jurídicas que anulam terras “já consolidadas e demarcadas definitivamente”.
Cem povos indígenas de diversas etnias estavam representados na capital federal desde segunda-feira (24). “Denunciamos a mais grave e iminente ofensiva aos direitos dos povos indígenas desde a Constituição Federal de 1988, orquestrada pelos três Poderes da República em conluio com as oligarquias econômicas nacionais e internacionais, com o objetivo de usurpar e explorar nossos territórios tradicionais e destruir os bens naturais, essenciais para a preservação da vida e o bem-estar da humanidade, bem como devastar o patrimônio sociocultural que milenarmente preservamos”, diz trecho do documento.
Protesto tranquilo
Diferentemente da última terça-feira (25), quando outra marcha na Esplanada provocou conflitos entre policiais militares e indígenas, o protesto desta tarde foi tranquilo. No gramado central do Congresso, enquanto aguardavam o retorno de algumas lideranças do Ministério da Justiça, as diferentes comunidades aproveitaram o tempo para se confraternizar.
De braços dados, cantando e batendo os pés no chão, os indígenas corriam de um lado para outro e pediam a demarcação dos seus territórios. O retorno ao acampamento, no Teatro Nacional, também foi marcado por diferentes cânticos indígenas. Do carro de som, lideranças se revesavam puxando músicas e gritos de guerra como “Demarcação Já”, “Diga ao Povo que Avance”, e “Pisa Ligeiro, Quem Não Pode com a Formiga, Não Assanha o Formigueiro!”.
Brasília - Índios do Acampamento Terra Livre fazem nova manifestação na Esplanada dos Ministérios (José Cruz/Agência Brasil)
Índios do Acampamento Terra Livre fazem nova manifestação na Esplanada dos Ministérios (José Cruz/Agência Brasil)
Além dos ministérios da Educação e Saúde, os indígenas protocolaram o documento no Palácio do Planalto. Diferentes comissões também foram recebidas pelos ministros do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello e Luís Roberto Barroso. Em encontro nessa quarta-feira (26), a presidente do STF, Cármen Lúcia, prometeu retomar o julgamento de uma ação contra a mineradora Vale . No Palácio da Justiça, uma reunião que estava marcada com o ministro Osmar Serraglio e o chefe da Casa Civil, ministro Eliseu Padilha, foi negada pelos indígenas.
“No atual momento, nós aceitarmos um pedido de audiência, é legitimarmos tudo que eles estão fazendo contra nós: a criminalização de nossas lideranças e o genocídio que vem acontecendo com nossos povos. Nós tirarmos uma foto com eles, nos sentarmos, tomar um café, beber uma água e eles não atenderem nossos objetivos, dizer nos receberam e que está tudo bem? Preferimos simplesmente só protocolar o documento e sairmos”, explicou Kretã Kaingang, do Paraná.
Novos protestos
De acordo com as lideranças, não há um prazo específico para resposta às reivindicações, mas a necessidade dos povos indígenas é para que sejam cumpridas o mais rápido possível. Ana Terra Yawalapiti, que mora no Alto Xingu, não descartou o retorno dos indígenas a Brasília caso os pleitos não sejam cumpridos.
“Nós vamos voltar. A gente vai cobrar e viremos fora da época [anual] do Acampamento Terra Livre para fazer nossos protestos. Senão nunca teremos resultados. Eu não vou parar [de reivindicar] enquanto eles não derem nenhum sinal de resposta para nós”, disse a liderança, após protocolar o documento.
Para o coordenador-geral do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia, Kâhu-Pataxó, a mobilização dessa vez foi mais bem organizada porque, durante as negociações, houve entendimento das diferentes etnias indígenas.
“Foi muito tranquilo, conseguimos fazer um diálogo muito bom com a polícia. As dificuldades que a gente sempre tem é porque não estamos trabalhando com índios, estamos falando com povos indígenas. Então precisa-se de fato discutir muito bem algumas coisas com o pessoal para estar claro para as lideranças na hora de fazer a movimentação. A variedade de cultura e modos de organização é bem diferente. O que você acha que para o seu povo é uma coisa comum, para outro não é. É algo que se torna até uma questão de dogma para aquela etnia. Então temos que sempre ter muito cuidado porque vivemos num país pluriétnico”, disse.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

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Bridgestone apresenta uma bicicleta sem ar nas rodas

A empresa lança um protótipo de rodas que não precisam de câmara de ar

Bridgestone apresenta uma bicicleta sem ar nas rodas
Os fãs do ciclismo conhecem bem a desagradável experiência: um pneu furado é sempre indesejável e, dependendo da situação, pode complicar o trajeto. Até agora, o jeito tem sido consertar o estrago, mas a fabricante de pneus Bridgestone pode ter colocado um fim à inconveniência do pneu furado definitivamente. A empresa acaba de anunciar um protótipo de roda que não precisa de câmara ar, sem com isso perder um pingo em benefícios, afirma. O produto será colocado à venda em 2019.
A Bridgestone apresentou uma tecnologia batizada de Air Free Concept, que dispensa o uso de ar como suporte para a roda da bicicleta. A nova roda foi desenvolvida pela unidade Bridgestone Cycle e tem como base uma série de aros que suportam o peso do veículo e que foram inspirados em um protótipo apresentado pela empresa em 2013, com o objetivo de serem usados na indústria automotiva. A principal vantagem desta tecnologia é que requer pouca manutenção por parte do usuário, já que, por não precisar de ar, não é necessário verificar a pressão e, como já apontado, elimina a possibilidade de perfurações.
A principal vantagem desta tecnologia é que requer pouca manutenção por parte do usuário
A outra vantagem da Air Free é que os materiais usados são totalmente recicláveis e o impacto no mercado será tal que, de acordo com a fabricante, veremos no futuro “uma nova geração de bicicletas”. O design desta nova roda permite que os aros absorvam as irregularidades do terreno mantendo a estrutura original, sem que o usuário precise se preocupar com manutenção. O conceito da Air Free também pode ser aplicado a diferentes dimensões de rodas. Como destacado, se nada der errado, veremos as primeiras rodas no mercado dentro de dois anos. As rodas chegariam a tempo de estrear nas Olimpíadas de Tóquio, que serão realizadas em 2020; um prova de fogo que poderia testar seu desempenho real e as vantagens de sua utilização.

Conheça os principais pontos do texto da reforma trabalhista aprovada pela Câmara Federal
Plenário aprovou reforma trabalhista em meio a cartazes de protesto da oposição. Placar de votação do texto-base foi de 296 a 177 - Foto - JBatista
Plenário aprovou reforma trabalhista em meio a cartazes de protesto da oposição. Placar de votação do texto-base foi de 296 a 177 - Foto - JBatista

Conheça os principais pontos do texto da reforma trabalhista aprovada pela Câmara Federal

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu, na madrugada desta quinta-feira (27), a votação do projeto de lei da reforma trabalhista (PL 6787/16, do Poder Executivo).
O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para prever, entre outras medidas, a prevalência do acordo sobre a lei, regras para o trabalho intermitente e o fim da contribuição sindical obrigatória e da ajuda do sindicato na rescisão trabalhista. A matéria será enviada ao Senado.
Aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), a proposta estabelece que a convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho prevalecerão sobre a lei em 16 pontos diferentes, como jornada de trabalho, banco de horas anual, intervalo mínimo de alimentação de meia hora, teletrabalho, regime de sobreaviso e trabalho intermitente.
Poderão ser negociados ainda o enquadramento do grau de insalubridade e a prorrogação de jornada em ambientes insalubres, sem licença prévia do Ministério do Trabalho.
Em negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá haver cláusula prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o prazo de vigência do acordo. Esses acordos não precisarão prever contrapartidas para um item negociado.
O texto determina que mudanças na duração do trabalho e nos intervalos de alimentação não serão consideradas como normas de saúde, higiene e de segurança do trabalho, proibidas de serem negociadas por acordo.
Além dessas normas, não poderão ser reduzidas ou suprimidas várias outras, como as garantidas pela Constituição e aquelas da CLT relativas a direitos de mulheres no ambiente de trabalho.
– Acerto individual
Acordos individualizados de livre negociação para empregados com instrução de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS seguirão os mesmos itens do acordo coletivo que prevalece sobre a lei. Entretanto, o acerto individual prevalecerá sobre o coletivo.
Se esses empregados concordarem, poderá constar do contrato de trabalho cláusula de resolução de controvérsias por arbitragem.
– Penhora
A única mudança feita pelo Plenário ocorreu com aprovação de emenda da deputada Gorete Pereira (PR-CE) para incluir no texto a dispensa para as entidades filantrópicas do oferecimento de garantia ou de bens à penhora em causas trabalhistas. A dispensa se estende àqueles que compuseram a diretoria dessas instituições.
– Contribuição sindical
O texto de Marinho acaba com a contribuição sindical obrigatória de um dia de salário dos trabalhadores. Também acaba a contribuição patronal. Qualquer desconto para sindicato deverá ser expressamente autorizado.
O Plenário rejeitou emenda do deputado Bebeto (PSB-BA) que propunha uma transição para o fim dessa contribuição ao longo de três anos.
– Rescisão contratual
O substitutivo acaba ainda com a assistência obrigatória do sindicato na extinção do contrato de trabalho e em sua homologação. Segundo o texto, o ato da rescisão junto ao empregador, com anotação na carteira de trabalho, será suficiente para a liberação das guias de saque do seguro-desemprego e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
– Gravidez e insalubridade
Em relação à trabalhadora gestante, o relator propõe que ela deverá ser afastada das atividades consideradas insalubres em grau máximo durante toda a gestação. Atualmente, a CLT determina o afastamento da empregada gestante ou lactante de quaisquer atividades em locais insalubres.
No caso de atividades consideradas insalubres em graus médio ou mínimo, será afastada delas se atestado de saúde de médico de sua confiança recomendar o afastamento durante a gestação.
No período da lactação, o afastamento também poderá ocorrer se atestado de médico de sua confiança assim indicar. Em todas essas situações, ela continuará a receber a remuneração normal, inclusive o adicional de periculosidade. Entretanto, esse adicional será compensado pela empresa no pagamento das contribuições devidas pela pessoa jurídica e incidentes sobre a folha de salários.
Quando não for possível que a gestante ou a lactante exerça suas atividades em local salubre da empresa, sua gravidez será considerada de risco e a trabalhadora será afastada com recebimento de salário-maternidade durante todo o período de afastamento.
– Tempo não conta
A redação da reforma trabalhista desconsidera como tempo trabalhado várias situações, após o período da jornada normal, nas quais o trabalhador ainda está na empresa, seja por escolha própria ou para buscar proteção pessoal: práticas religiosas; descanso; lazer; estudo; alimentação; atividades de relacionamento social; higiene pessoal; e troca de roupa ou uniforme, quando não houver obrigatoriedade de realizar a troca na empresa.
Já o padrão de vestimenta no meio laboral será definido pelo empregador, enquanto a higienização do uniforme é de responsabilidade do trabalhador.
– Deslocamento
Segundo o texto, o tempo gasto pelo empregado de sua residência até a “efetiva ocupação do posto de trabalho” e para o seu retorno não será computado na jornada de trabalho, por não ser “tempo à disposição do empregador”.
Isso valerá para trajetos feitos a pé, dentro da fábrica ou por qualquer meio de transporte, inclusive o fornecido pelo empregador.
Nesse sentido, o projeto exclui a possibilidade prevista atualmente na CLT de acordos coletivos fixarem, no caso de micro e pequenas empresas, a forma de remuneração pelo tempo médio gasto pelo empregado para chegar a local de difícil acesso ou sem transporte público, quando for usado transporte fornecido pelo empregador.
– Multa
Para coibir a fraude, o texto aumenta de um salário mínimo para R$ 3 mil pela falta de registro do empregado. O projeto original propunha R$ 6 mil. Se deixar de informar ao Ministério do Trabalho outros dados exigidos, como duração e efetividade do trabalho, férias e acidentes, a multa será de R$ 600,00.
No caso da microempresa e da empresa de pequeno porte, a falta de registro dará multa de R$ 800,00.
Assessoria Câmara Federal

quarta-feira, 26 de abril de 2017

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Filme mossoroense lota sessões de estreia no Multicine Mossoró
Cineasta Wigna Ribeiro comemora sucesso em sessões de estreia
Cineasta Wigna Ribeiro comemora sucesso em sessões de estreia

Filme mossoroense lota sessões de estreia no Multicine Mossoró

Fim de semana de estreia de mais um longa metragem produzido pela cineasta mossoroense Wigna Ribeiro.
Após meses de trabalho, e muita expectativa, “Era uma vez Lalo”, estreou neste fim de semana no Multicine Mossoró com lotação em três, das quatro sessões, distribuídas entre o sábado e o domingo.
“A estreia aconteceu no sábado, às 13h, e tivemos sessões especiais no sábado e domingo. Foram ao todo quatro sessões, três delas lotadas, e reservas para quem chegasse com meia-entrada”, destaca a cineasta.
Segundo Wigna Ribeiro , mais de 600 pessoas assistiram o filme no fim de semana, fato que poderá estender a exibição em Mossoró para o próximo fim de semana.
“Cerca de 630 pessoas assistiram ao filme este final de semana. Um número maior do que o programado. Então, foi ótimo”, destaca a cineastas.
“Era uma vez Lalo” mostra um olhar poético sobre o universo circense
“Era uma vez Lalo” mostra um olhar poético sobre o universo circense

terça-feira, 25 de abril de 2017

RN proíbe entrada de quatro alimentos em 13 municípios devido a mosca da fruta
A determinação vale para os alimentos que forem produzidos fora dos municípios potiguares (Foto: Adcom RN).
A determinação vale para os alimentos que forem produzidos fora dos municípios potiguares (Foto: Adcom RN).

RN proíbe entrada de quatro alimentos em 13 municípios devido a mosca da fruta

O Governo do Rio Grande do Norte publicou no Diário Oficial do estado desta terça-feira, 25, um decreto proibindo a entrada de melão, melancia, abóbora e pepino em Mossoró e mais 12 municípios. A determinação vale para os alimentos que forem produzidos fora dos municípios potiguares e tem por objetivo evitar a proliferação da mosca da fruta na região.
Além de Mossoró, o decreto afeta a entrada dos alimentos em Baraúna, Tibau, Grossos, Areia Branca, Serra do Mel, Porto do Mangue, Carnaubais, Alto do Rodrigues, Afonso Bezerra, Ipanguaçu, Açu e Upanema está proibida
A proibição, no entanto, não é válida para as frutas e legumes produzidos em Aracati, Icapuí, Itaiçaba, Jaguaruana, Limoeiro do Norte, Russas e Quixeré, do Estado do Ceará, reconhecidas pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) como livres da mosca da fruta.
Para entrar com os produtos no RN, será preciso apresentar o Certificado Fitossanitário de Origem (CFO), Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) ou Certificado Fitossanitário (CF).
A mosca da fruta é uma praga que ataca os alimentos maduros. As larvas do inseto se alimentam da polpa e estragam o fruto.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

UM HOMEM DIFERENCIADO...

 Homenagens marcam despedida do empresário Milton Marques
Sepultamento foi acompanhado por centenas de pessoas
Sepultamento foi acompanhado por centenas de pessoas

Homenagens marcam despedida do empresário Milton Marques

Sábado e domingo marcados por homenagens ao empresário Milton Marques de Medeiros, falecido neste dia 22 em Fortaleza (CE) por complicações de uma pneumonia.
Desde a confirmação do falecimento do empresário, e ex-reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, autoridades, entidades, e instituições, encaminharam ações de homenagens que se estenderam até a despedida no cemitério São Sebastião, em Mossoró.
As primeiras homenagens foram encaminhadas antes mesmo da chegada do corpo a Mossoró. No estádio Barretão, em Ceará Mirim, foi respeitado um minuto de silêncio nos momentos que antecederam a partida entre Globo e ABC, pela final do Campeonato Estadual de Futebol.
O Governo do Estado e a prefeitura de Mossoró emitiram notas oficiais em reconhecimento ao papel desempenhado por Milton Marques no desenvolvimento de suas ações como homem público e do segmento privado.
“O empresário foi um grande defensor do desenvolvimento do Estado, em especial da Região Oeste, empreendedor de destaque e visionário, tendo sido o fundador do Sistema Oeste de Comunicação, marco importante para a cidade e região. Milton Marques parte deixando serviços prestados a todo o RN”, destacou nota emitida pelo Governo do Estado.
Deputados federais, estaduais e entidades como a Academia Mossoroense de Letras (AMOL), onde ocupava cadeira de imortal, emitiram notas de pesar e reconhecimento ao trabalho desenvolvido por Milton Marques nos mais diversos segmentos da sociedade norteriograndense.
“Dr. Milton Marques de Medeiros tornou-se imortal, antes de tudo, com os seus atos de solidariedade, ética e intensa fraternidade humana”, destaca a nota da Amol assinada pelo presidente Helder Heronildes.
Ao chegar em Mossoró, na noite deste sábado, o corpo de Milton Marques foi recebido com homenagens por integrantes da Loja Maçônica 24 de Junho, a qual era venerável mestre.
O velório seguiu na loja maçônica até às 13h deste domingo quando foi conduzido até o Seminário de Santa Teresinha onde foi encaminhada a celebração de suas exéquias. A solenidade foi iniciada às 15h e conduzida pelo Vigário Geral Flávio Augusto juntamente com outros cinco padres da paróquia de Santa Luzia.
As homenagens seguiram no trajeto até o Cemitério de São Sebastião por funcionários das empresas que eram administradas por Milton Marques, amigos e familiares.

O sepultamento de Milton Marques ocorreu após às 17h e foi acompanhado por centenas de pessoas.
Velório teve início na Loja Maçônica 24 de Junho
Velório teve início na Loja Maçônica 24 de Junho
Celebração de exéquias lotou a capela do Seminário de Santa Terezinha
Celebração de exéquias lotou a capela do Seminário de Santa Terezinha
Homenagens seguiram no trajeto até o Cemitério de São Sebastião
Homenagens seguiram no trajeto até o Cemitério de São Sebastião

domingo, 23 de abril de 2017

ABC vence Globo e decidirá título com vantagem no Frasqueirão
Resultado deste sábado garante boa vantagem para a equipe natalense - (Foto: Andrei Torres/ABC FC)
Resultado deste sábado garante boa vantagem para a equipe natalense - (Foto: Andrei Torres/ABC FC)

ABC vence Globo e decidirá título com vantagem no Frasqueirão

No Barrettão, em Ceará-Mirim, o ABC venceu a equipe do Globo por 1 a 0 neste sábado (22). A partida foi a primeira pela final do Campeonato Potiguar 2017.
O primeiro tempo do jogo foi com maior domínio do time da casa, o Globo tocava melhor a bola e chegava com mais perigo ao gol do goleiro Edson.
Porém as chances criadas não foram convertidas em gol. O ABC na melhor oportunidade, parou na trave em um chute de Echeverría de fora da área.
No segundo tempo o ABC voltou melhor e logo aos 4 minutos abriu o placar. Echeverría recebeu lançamento de Erivélton, driblou o goleiro e chutou para o gol.
O jogo seguiu com mais chances para a equipe alvinegra, as investidas pararam nas mãos do goleiro Rafael e na falta de pontaria da equipe de Natal.
O Globo chegou com perigo nas jogadas de Renatinho Potiguar e em um chutaço de Glaúcio no final do jogo, que Edson conseguiu defender. O jogo terminou em 1 a 0 para o ABC.
As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 1 de maio, às 17h, no Frasqueirão. O alvinegro tem vantagem por ter vencido o primeiro jogo, já o tricolor precisa vencer por dois gols de diferença para levantar a taça de campeão.

sábado, 22 de abril de 2017

Teto da igreja Matriz de Ocara desaba sobre altar um dia antes de celebrações

11:00 · 22.04.2017 / atualizado às 12:45 · 22.04.2017 por
Tristeza e alívio, essas foram as sensações de fiéis que costumam frequentar a igreja Matriz da paróquia Sagrada Família de Nazaré na cidade de Ocara, na macrorregião do Maciço de Baturité. O motivo foi o desabamento de parte do telhado do tempo religioso na tarde da sexta-feira (21). Não estava ocorrendo nenhuma celebração religiosa no momento.

Conforme informações de membros da paróquia o desabamento ocorreu sobre a área do altar. Ninguém ficou ferido, todavia, se o acidente tivesse ocorrido no momento da missa o pároco Maurício da Silva poderia ter se machucado, os coroinhas também. O padre estava viajando e não sabia do desabamento. As missas são realizadas nos fins de semana.
 As causas do desabamento ainda são desconhecidas. A igreja, uma das atrações da cidade, é bem conservada, explicou um paroquiano. “Agora, a nossa missão será a retirada dos entulhos e a busca por doações para a realização das obras de conserto do telhado“, comentou um religioso pedindo para não ter o seu nome revelado.


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