quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

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STF confirmará Renan na presidência do Senado, mas o afastará da linha sucessória

por Jorge Bastos Moreno
Sessão plenária do STF, 27/10/2016
A solução encontrada pelo Supremo Tribunal Federal para resolver o impasse constitucional criado pela liminar do ministro Marco Aurélio Mello e pela recusa do Senado de executá-la será mesmo no sentido de manter o presidente Renan Calheiros no cargo e considerá-lo inapto para a linha sucessória.
A proposta deverá ser apresentada pelo decano da Corte, ministro Celso de Mello, o segundo a falar na sessão de daqui a pouco, depois que o ministro Marco Aurélio defender a sua liminar.
Em reuniões sucessivas que vararam até a madrugada, a maioria dos ministros do STF considerou, do ponto de vista técnico, "totalmente ilegal" a decisão de Marco Aurélio. No entanto, para preservar a Corte e o próprio ministro, sua liminar será atendida parcialmente.
Os ministros do Supremo e a própria presidente, Cármen Lucia, defendem que a decisão sobre a proposta que será encaminhada por Celso de Mello não é inconstitucional. Reconhecem que, no momento, ela pode não atender aos anseios populares, mas a consideram a única saída para a crise. Lembram que Renan Calheiros ainda é réu em mais 11 processos, oito dos quais pela Lava-Jato, e dificilmente escapará de uma punição severa da Justiça futuramente.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Obra da Arena das Dunas é citada como integrantes de cartel de fraudes em licitações da copa

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A construtura Andrade Gutiérrez fez um acordo de leniência com o Conselho Admistrativo de Defesa Econômica (CADE) em que revelou a existência de um cartel que fraudou licitações das obras de estádios da Copa do Mundo.
O cartel envolveu outras empreiteiras entre elas a OAS que construiu a Arena das Dunas. Segundo reportagem do UOL Natal estaria envolvida em supostas irregularidades.
Para ver a reportagem completa clique AQUI
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Baraúnas anuncia novo técnico e reforços nesta quarta-feira

divulgação
Marquinhos Mossoró já fala como novo parceiro do Baraúnas
Marcos Santos/Da Redação
O nome do novo treinador do Baraúnas deve sair nesta quarta-feira, 7, e também o anúncio dos primeiros atletas contratados como reforços para o Campeonato Estadual de 2017.
O ex-atacante Barata e o gaúcho Ronaldo Bagé são alguns dos nomes que fazem parte da lista do tricolor. O mineiro Bira Lopes, que trabalhou no Potiguar este ano, também figura entre os pretendidos.
O novo elenco do Baraúnas será formado entre atletas jovens e experientes e a maioria  trazidos através da parceria com os empresários já citados.
“A espinha dorsal do time, um goleiro, dois zagueiros, dois meias, e um atacante, será composta por atletas rodados, mais experientes, e o complemento do grupo com a garotada”, informou Marquinhos Mossoró, que atendeu à reportagem do JORNAL DE FATO, falando pela primeira vez como parceiro do Baraúnas.
Marquinhos demonstrou muita confiança e segurança no projeto oferecido ao Baraúnas, que tem um prazo de validade de 5 anos.
De acordo com ele, o objetivo inicial é estruturar a sede do clube e vender jogadores. Sobre título, ele evitar falar em possíveis resultados dentro das quatro linhas para não vender ilusão ao torcedor, até mesmo porque o projeto é a médio e longo prazo.
Maiores detalhes na edição impressa desta quarta-feira.
Assessores exonerados protestam na Câmara Municipal
Em pronunciamento conjunto, assessores questionam capacidade administrativa de Jório Nogueira.
Em pronunciamento conjunto, assessores questionam capacidade administrativa de Jório Nogueira.

Assessores exonerados protestam na Câmara Municipal

Os assessores dos vereadores exonerados da Câmara Municipal de Mossoró (CMM) realizaram na manhã desta terça-feira, 06 de dezembro, protesto na CMM contra a decisão do presidente da casa, vereador Jório Nogueira (PSD). Vestidos de preto, os assessores questionam a necessidade de exoneração em massa para equilibrar as contas antes do fim da gestão.
Na tribuna da CMM, a assessora Rayssa Freire leu pronunciamento conjunto elaborado pelos assessores exonerados, que questionam o fato de Jório Nogueira, mesmo diante das alegadas dificuldades financeiras que a casa enfrentava, ter criado a Fundação Aldenor Nogueira, nomeada em homenagem ao pai do atual presidente da Câmara, que custa R$ 600 mil reais por ano.
“A exoneração dos 143 assessores representa uma economia na folha de R$ 300 mil, um valor muito abaixo do que o presidente diz que precisa economizar”, disse a assessora, que declarou ainda que “números parecem não ser o forte” do presidente da Câmara.
No dia 1º de dezembro, foram exonerados 143 pessoas, sendo 126 assessores comissionados dos 21 vereadores, seis de cada parlamentar, deixando apenas um assessor por gabinete. Além destes, 17 assessores diretos da Presidência também tiveram o contrato com a CMM encerrado antes do final do mês.
Alguns assessores exonerados também articulam mover ações judiciais individuais em massa contra o procurador da CMM, o advogado Kennedy Salvador, por danos morais. Em publicação em uma rede social, o procurador afirmou que muitos assessores sequer sabiam onde fica a Câmara, não davam expediente, dividiam os salários com seus vereadores e pessoas indicadas por estes, além de serem usados pelos parlamentares para contrair empréstimos.
Confira o pronunciamento conjunto dos assessores exonerados:
Bom dia a todos! Logo no início de dezembro, um mês de festa, mês que inspira a solidariedade, o amor ao próximo e os bons sentimentos, eu e mais 142 trabalhadores fomos informados através das redes sociais que seríamos exonerados pelo presidente desta Casa Legislativa, o vereador Jório Nogueira. De maneira desrespeitosa e arbitrária, passando por cima da prerrogativa legal dos vereadores que têm direito a ter assessores para auxiliar no trabalho parlamentar, o presidente da Câmara assinou a portaria que oficializou a demissão em massa. Não houve consenso dos 20 vereadores que tiveram seu direito tolhido pelo presidente desta Casa, tampouco houve a preocupação de avisar que ficaríamos sem nosso salário no mês do Natal. Simplesmente fomos exonerados, porque o presidente Jório Nogueira assim quis.
A alegação dada para o ato extremo é a necessidade de ajuste financeiro na ordem de 1 milhão e 85 mil reais. A justificativa não convence. Basta olhar o portal da transparência da Câmara Municipal de Mossoró que os números mostram uma realidade bem diferente da propagada pelo vereador Jório Nogueira.
Aliás, números parecem não ser o forte do nosso presidente. Acompanhem o raciocínio: Jório Nogueira alega que recebeu a presidência da Câmara Municipal de Mossoró com um déficit de 770 mil reais. Ao longo desta gestão, a Casa recuperou 800 mil reais de crédito junto ao INSS e ainda economizou cerca de 2 milhões e 300 mil reais que constavam no orçamento da Casa para pagamento da verba indenizatória e despesas com comunicação que não foram efetuadas. Contudo, mesmo economizando mais de 3 milhões de reais, a Câmara ainda precisou exonerar 143 trabalhadores para poder equilibrar o orçamento em mais de um milhão de reais. Entenderam? Nós também não! Este realmente é um cálculo que desafia as mais brilhantes mentes da economia.
Além disso, a exoneração dos 143 assessores representa uma economia na folha de 300 mil reais, um valor muito abaixo do que o presidente diz que precisa economizar. Outra coisa, se não havia recursos para assumir despesas, por que a gestão criou a Fundação Aldenor Nogueira, que custa 600 mil reais por ano?
Não bastasse o desrespeito por parte do presidente Jório Nogueira, ainda somos agredidos pelo procurador da Casa, Kennedy Alencar, que faz acusações sérias de forma generalizada, que afeta individualmente cada assessor parlamentar. Somos trabalhadores e exigimos respeito. Essas declarações só fazem propagar a ideia do senso comum que comissionado ganha sem trabalhar. E isso não condiz com a realidade. Não apenas sabemos onde fica a Câmara Municipal, como também cada periferia, cada recanto da cidade de acompanhamos o nosso vereador. Nosso expediente não é das 7h às 13h, nós estamos à disposição do gabinete 24h, trabalhamos manhã, tarde, noite e até de madrugada, como muitos de nossos colegas já fizeram. O presidente Jório Nogueira alegar que a exoneração dos assessores em recesso parlamentar não afeta no trabalho do vereador demonstra um desconhecimento do trabalho parlamentar, ou má fé mesmo. O trabalho do vereador vai muito além das sessões ordinárias, juntamente com o trabalho do assessor.
Muito estranha que a Câmara Municipal não tem orçamento para pagar os assessores no mês de dezembro, mas tem para pagar indenização de férias de R$ 11.995,20 a uma servidora e pagar R$ 10.775, 00 de rescisão a um servidor da presidência.
A Câmara ainda tem a receber mais de 1 milhão e 500 reais. E como não tem orçamento para pagar os assessores? Esses argumentos não nos convencem, presidente. Respeite a nossa inteligência, nós temos uma capacidade intelectual muito além de fazer um “ó com uma quenga” e usamos nossa inteligência e dedicação para oferecer um bom trabalho e fazer desta Câmara Municipal de Mossoró um lugar produtivo.
Agora eu pergunto: É justo 143 trabalhadores serem penalizados pela ingerência de sua gestão? Somos pais de família, temos contas a pagar, obrigações a cumprir e justo no mês do Natal ficar sem nosso salário. O que o senhor presidente está fazendo com os trabalhadores desta Casa é mais que desrespeitoso, é desumano.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Temer lançará pacote de medidas para combater a crise

Anúncio será feito em meio a pressões para demissão de Henrique Meirelles

por
Meirelles: aliados do governo PSDB e do PMDB estão entre os maiores defensores da saída do ministro - REUTERS / UESLEI MARCELINO
RIO - Os principais conselheiros e aliados políticos do presidente Michel Temer, alegando necessidade de medidas urgentes para combater a recessão, passaram a defender ajustes na economia e a substituição do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Mas, em entrevista exclusiva, neste domingo, ao GLOBO, o presidente da República reagiu: aceita a primeira proposta e até anunciou um pacote de dez medidas “microeconômicas”, a ser divulgado nos próximos dias, mas se recusa veementemente a trocar o ministro.
— Falar em troca de ministro da Fazenda agora não é um desserviço apenas ao governo, mas ao país. Por isso, quero desfazer de forma contundente, categórica, todas as iniciativas danosas nesse sentido.
Mas reconheceu ser preciso “impulsionar a economia a partir de agora, com essas dez medidas”, que serão conduzidas “pelo ministro Henrique Meirelles, portador da mais absoluta confiança e apoio do presidente da República”. Temer reconheceu que existem “movimentações”, para evitar a palavra pressões, para a saída de Meirelles. Ressaltou, porém, que nenhum dos seus interlocutores apresentou objetivamente esse tema a ele.
— O que tem havido, e isso não posso negar, são ponderações no sentido de que o governo, pelo curto espaço que tem, não pode esperar de braços cruzados a retomada do crescimento econômico, prevista somente para o segundo semestre do próximo ano. Concordo, mas aviso: essa tem sido também uma preocupação constante não só minha, mas principalmente do ministro da Fazenda.
MAIA E RENAN DEFENDEM SAÍDA
O GLOBO apurou que entre os conselheiros e aliados do presidente da República, os mais veementes defensores da saída de Meirelles são os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), respectivamente, o ex-ministro Romero Jucá (PMDB-PE), o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, e os senadores tucanos Aécio Neves e Tasso Jereissati.
Pelo menos em dois grandes encontros, a substituição de Meirelles foi debatida por esse grupo. Um deles aconteceu na noite de domingo passado, na casa de Renan, antes da chegada de Temer à reunião. Mas a mais importante delas ocorreu no gabinete do próprio presidente da República com parte da bancada do PSDB, na última quinta-feira.
TEMER NÃO SÓ CONFIRMOU A CONVERSA, COMO FEZ UM BREVE RELATO DELA
— Realmente recebi no meu gabinete os senadores Tasso Jereissati, José Aníbal (PSDB-RO), Armando Monteiro (PTB-PE) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Eles pediram medidas que possam impulsionar o crescimento, alegando que não dá mais para esperar até o segundo semestre. Gravei bem uma expressão do senador José Aníbal de que “cabe ao dono cuidar da padaria”.
Segundo o presidente, Tasso, então, sugeriu-lhe ouvir o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto de Almeida, um dos economistas, ao lado de Arminio Fraga, mais endeusados pelo tucanato. Temer respondeu que chamaria não só Mansueto como também outros economistas para conversar com ele e Meirelles, por considerar salutar ouvir todas as opiniões.
Temer, mesmo sem citar episódio específico e muito menos nomes de pessoas, disse não ser o tipo de presidente que deixa seu ministro da Fazenda exposto à própria sorte e à sanha de partidos. Talvez, quisesse se referir ao tratamento dado por Dilma Rousseff a Joaquim Levy.
Quanto ao encontro na casa de Renan, o presidente disse ter chegado lá por volta das 23 horas do domingo para discutir uma pauta específica, a do projeto de abuso de autoridade. Estavam nesse encontro o ex-presidente José Sarney, os senadores Aécio Neves, Eunício Oliveira, Romero Jucá, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o secretário executivo do Programa de Parceria de Investimentos, Moreira Franco. Temer informou que, pelo menos durante sua permanência nessa reunião, ninguém falou sobre a crise econômica e o nome de Meirelles não foi pronunciado uma única vez.
Nesse encontro, porém,— e não apenas nele, mas em vários outros dos quais essas pessoas citadas têm participado, — discutiu-se abertamente, antes da chegada do presidente, a saída de Meirelles.
A aflição dos tucanos tem um componente eleitoral. O partido ajudou a viabilizar e entrou de cabeça no governo Temer. Um desembarque a esta altura seria difícil de executar e, mais ainda, de explicar ao eleitor. Ao mesmo tempo, a persistência da recessão e suas consequências sociais tendem a comprometer as chances do candidato do PSDB à Presidência em 2018.
Mas a impaciência com a escassez de sinais de recuperação da economia não se limita ao PSDB nem aos políticos.
Assim como os tucanos, lideranças importantes do PMDB sofrem pressão de agentes econômicos que apoiaram o impeachment e agora se impacientam com a gravidade da situação e a demora nos resultados do plano de Meirelles.
DEMORA PARA REDUZIR JUROS
Na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), apoiadora de primeira hora do afastamento de Dilma Rousseff, o discurso elogioso à qualidade dos integrantes da equipe econômica foi trocado, nos bastidores, pela pregação da necessidade urgente de reduzir mais acentuadamente a taxa de juros, como único meio de promover alguma atividade no curto prazo.
Embora os descontentes reconheçam as credenciais do presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, argumentam que, preocupado em se diferenciar do BC subalterno do governo Dilma, ele estaria promovendo uma redução da Selic mais tímida do que a realidade exigiria. E excessivamente concentrado em devolver a inflação para o centro da meta de 4,5% no fim de 2017, “ainda que, nessa hora, possa não haver mais nem governo Temer nem economia para recuperar”, diz um representante do setor produtivo.
Outra novidade do quadro atual é que as queixas partem também do setor financeiro. Para executivos de grandes bancos, o principal motivo de alarme é a crescente incapacidade das empresas para pagar o serviço de suas dívidas.
Colocado diante dessas questões, o presidente Temer, destacando os grandes ensinamentos que diz ter recebido do ex-governador de São Paulo Franco Montoro, de quem foi secretário, respondeu ao GLOBO com um exemplo:
— Certa vez, numa reunião de secretariado, o Montoro passou a palavra para o seu secretário de governo, Bresser Pereira, que já tinha feito a sua exposição. Bresser recusou a palavra, alegando não ter mais o que dizer. E Montoro: “Se eu, que estou aqui para ouvir, já ouvi mais de dez vezes, por que você não pode falar mais de uma vez?”. Aprendi então que devo ouvir e muito: uma, duas, três, até dez vezes. Então, não sou refratário a conversas, sugestões e críticas. E estou ouvindo muito sobre a crise econômica, mas sempre em consonância com o ministro da Fazenda.
TEMER: 'DEVO OUVIR MUITO'
E foi mais enfático, ao defender Meirelles novamente:
— Outra lição que aprendi com Montoro foi quando começaram a sair notinhas e depois matérias de que eu estava sendo fritado no cargo. Antes de falar comigo, ele chamou a imprensa e me garantiu no cargo. Só depois é que me comunicou. E é o que eu estou fazendo agora, conversando com você. Estou te dizendo que Meirelles tem minha total confiança. E, para ele, nem preciso dizer. Ele sabe que tem o meu apoio e confiança.
O presidente comentou uma nota publicada ontem na coluna do jornalista Lauro Jardim sobre o seu estado de espírito:
— O Lauro Jardim escreveu na sua coluna deste domingo que ando muito triste e abatido. Muito pelo contrário, quanto maiores são os desafios, mas eu me sinto animado e disposto a resolvê-los. Triste e abatido fico quando não tenho nenhum desafio pela frente.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/temer-lancara-pacote-de-medidas-para-combater-crise-20589405#ixzz4Rxj6QtRc
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domingo, 4 de dezembro de 2016

CAVALGADA DE SANTA LUZIA...









 
ABRAÇO A CIDADE FESTA DE SANTA LUZIA 2016....









 

sábado, 3 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Larissa Rosado participa da instalação da Frente em Defesa da UERN
Lançada nesta quinta-feira, a Frente Parlamentar e Popular em Defesa da UERN será composta por 15 membros.
Lançada nesta quinta-feira, a Frente Parlamentar e Popular em Defesa da UERN será composta por 15 membros.

Larissa Rosado participa da instalação da Frente em Defesa da UERN

A suplente de deputada estadual Larissa Rosado (PSB) participou na manhã desta quinta-feira, 1º de dezembro, da instalação da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), proposta pelo vereador Francisco Carlos (PP) e realizada na Câmara Municipal de Mossoró.
O Projeto, aprovado em 16 de novembro, tem como objetivo reforçar a luta contra a ideia de privatização da UERN, sugerida inicialmente pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), Cláudio Santos, e alimentada por setores do Governo do Estado.
Formada na UERN, Larissa Rosado reafirmou a importância da universidade não apenas para Mossoró, mas para todo o povo potiguar.
“A Uern atende mais de 12 mil alunos, tem cerca de mil professores em 30 cursos, seis campi e 11 núcleos avançados. Está presente em 17 cidades do RN, e. de forma indireta, abrange ainda mais municípios e Estados. É inadmissível a ideia de privatização”, afirma.
Formação
A Frente Parlamentar e Popular em Defesa da UERN será composta por 15 membros sendo quatro vereadores (dois da bancada da situação e dois da oposição), dois representantes da Associação dos Docentes da Uern (Aduern), dois indicados pelo Sindicato dos Técnicos Administrativos da Uern (Sintauern), dois nomes sugeridos pela Reitoria da universidade, além de cinco indicações de feitas por movimentos sociais, instituições representativas de classe e/ou outras casas legislativas.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

PEREGRINAÇÃO...



 

Limpeza pública suspeita é investigada pelo MP em Felipe Guerra

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 2ª Promotoria de Justiça de Apodi, do GARPP (Grupo de Atuação Regional do Defesa do  Patrimônio Público) e do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado),  com apoio da Polícia Militar e do Gaeco do Ministério Público do Ceará (MPCE), deu cumprimento a sete mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (30)  em duas cidades do RN e uma do Ceará.
Os mandados foram cumpridos nas cidades de Felipe Guerra e Apodi, no Rio Grande do Norte, e Fortaleza, no Ceará. Além disso, foi realizada a inspeção in loco do serviço de limpeza pública na cidade de Felipe Guerra no âmbito de investigação que apura possíveis fraudes em licitação e na contratação da limpeza urbana naquele município do Oeste potiguar.
Participaram da operação sete Promotores de Justiça e 20 policiais para cumprimento aos mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz da Comarca de Apodi.
As investigações prosseguem e continuam em caráter sigiloso.
Fonte: MPRN
Sancionada lei que torna vaquejada patrimônio cultural
PEC que regulariza prática deverá ser aprovada na próxima semana
PEC que regulariza prática deverá ser aprovada na próxima semana

Sancionada lei que torna vaquejada patrimônio cultural

O presidente Michel Temer sancionou nesta quarta-feira (30) a Lei 13.364/2016, que eleva o rodeio, a vaquejada e as suas respectivas expressões artísticos-culturais à condição de manifestação cultural nacional e de patrimônio cultural imaterial.
A PEC 270/2016, que assegura a prática como modalidade esportiva, e tem o deputado federal Fábio Faria (PSD) como um dos defensores, estava na pauta da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) desta quarta, mas a votação foi adiada. A proposta será o primeiro item da pauta da próxima terça-feira (6).
Para o deputado Fábio Faria, é importante que todos os parlamentares interessados no tema se envolvam nesta discussão, para que o assunto seja amplamente analisado, garantindo, especialmente, o bem-estar animal.
“Aliar essa proteção e cuidado ao compromisso do vaqueiro e demais envolvidos é possível, sem descaracterizar a própria prática”, avaliou.
Para ele, é preciso que o tema tramite com atenção e agilidade, já que a interpretação do STF já tem prejudicado a realização de eventos de vaquejadas no Nordeste.
“São famílias que precisam e vivem disso; famílias já atingidas pelos efeitos da seca prolongada. Precisamos estender o entendimento do quanto é importante a aprovação desta proposta para a vida de milhares de brasileiros”, finalizou.
Aprovada na CCJC, uma comissão especial será criada para debater exclusivamente o tema. A discussão resultará em um relatório que segue para o Plenário da Casa, onde será votado pelos deputados.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Micareta da Festa de Santa Luzia acontece na próxima sexta-feira, 2

Arquivo
Oratório de Santa Luzia é uma das atrações da programação social da Festa
Os preparativos para a Festa de Santa Luzia 2016 entram na reta final. Uma programação extensa vem sendo desenvolvida desde outubro, com a peregrinação da imagem e realização de eventos sociais.
 
Entre os eventos agendados para o próximo fim de semana, dois reforçam o convite para a comunidade prestigiar a Festa da padroeira. No dia 02 de dezembro será realizada a Micareta da Luz, com concentração às 18h, na Matriz de São Manoel. A banda Magnificat fará se apresentará no ponto de concentração. A saída será às 19h30, com trio elétrico e animação da Banda Divina Luz. Após a chegada à Catedral será a estreia do Oratório de Santa Luzia.
 
No dia 03 de dezembro ocorrerá o tradicional Abraço a Cidade, com início às 6h, na Ilha de Santa Luzia. Serão realizadas 29 paradas em pontos distintos da cidade. O objetivo é anunciar a Festa de Santa Luzia para toda a comunidade.
A abertura oficial da Festa de Santa Luzia, no dia 03 de dezembro será iniciada às 19h30 no Adro da Catedral de Santa Luzia, com a Bênção do Santíssimo Sacramento. Em seguida, terá início a solenidade de abertura.
Neste ano, ocorrerá o encontro de Bandas Sinfônicas das cidades de Mossoró, Viçosa, Baraúna, Assú e Tenente Laurentino. Outro momento que promete emocionar o público é o show com os artistas de Mossoró que prepararam um repertório especial.
Confira abaixo o roteiro do "Abraço":

ABRAÇO A CIDADE 03/12/2016 
 (Ilha de Santa Luzia –Saída às 16h, da Capela de Santa Luzia)
 1ª Parada: 6h10 às 6h20
Capela de Nossa Senhora dos Milagres (Papoco)
2ª Parada: 6h30 às 6h40
Capela Santa Rita de Cássia (Alamedas)
3ª Parada: 6h50 às 7h
Capela Nossa Sra Medianeira de Todas as Graças (Planalto)
4ª Parada: 7h10 às 7h20
Capela Nossa Sra de Lourdes (Walfredo Gurgel)
5ª Parada: 7h30 às 7h40
Capela Santa Paula Francinete (Teimosos)
6ª Parada: 8h às 8h10
Capela São José Operário (Nova vida)
7ª Parada: 8h40 às 8h50
Capela do Divino Espírito Santo (Sumaré)
8ª Parada: 9h às 9h10
 Capela de São João Paulo II (Conj Monte Olimpo)
9ª Parada: 9h20 às 9h30
Capela do Bom Jesus (Bom Jesus)
10ª Parada: 9h50 às 10h
 Capela de São Francisco (Belo Horizonte)
11ª Parada: 10h20 às 10h30
Capela de Santa Clara de Assis (Lagoa do Mato)
12ª Parada: 10h50 às 11h
Capela de Nossa Senhora das Dores (Macarrão)
13ª Parada: 11h15 às 11h25
Capela de Santo Expedito (Aeroporto I)
14ª Parada: 11h50 às 12h50
Capela de São Francisco (Abolição III) ALMOÇO
15ª Parada: 13h00 às 13h10
Capela de São Pedro (Abolição IV)
16ª Parada: 13h20 às 13h30
Capela de São Sebastião (Pró Morar)
17ª Parada: 13h40 às 13h50
Capela de Santa Rita de Cássia (Parque das Rosas)
18ª Parada: 14h às 14h10
Capela de Nossa Sra Aparecida (Redenção)
19ª Parada: 14h20 às 14h30
Capela de Nossa Sra de Guadalupe (Integração)
20ª Parada: 14h40 às 14h50
Capela de Santa Teresinha (Resistência)
21ª Parada: 15h10 às 15h20
 Capela de São Francisco (Estrada da Raiz)
22ª Parada: 15h30 às 15h40
Capela de Santo Antonio (Santo Antonio)
23ª Parada: 16h às 16h10
Capela de Sant´ana  (Barrocas I)
24ª Parada: 16h20 às 16h30
Capela de Nossa Sra de Fátima (Bom Jardim)
25ª Parada: 16h45 às 16h55
Capela do Divino Espírito Santo (Paredões)
26ª Parada: 17h20 às 17h30
Capela de São Francisco (Pintos)
27ª Parada: 17h45 às 17h55
Capela da Sagrada Família (Vingt-Rosado)
28ª Parada: 18h05 às 18h15
Capela de Nossa Sra das Graças (Vingt-Rosado)
29ª Parada: 18h35 às 18h45
Capela da Mãe Rainha (Ulrick Graff)